Investimento a curto ou a longo prazo? Conheça as melhores opções. 

Depois que a taxa de juros ficou no menor patamar histórico (Selic a 2,25% ao ano) e com a possibilidade de abaixar ainda mais, conseguir fazer o dinheiro trabalhar por você ficou mais complicado, o que exige que você também arrisque mais. Sendo assim, se você deseja criar um plano para investir, agora você precisa ajustar os ativos da carteira aos seus objetivos e também perfil de risco. Por exemplo, você tem urgência em conseguir esse dinheiro ou consegue aguardar mais e assim ter um retorno maior? Antes de montar sua estratégia, estude sobre as melhores opções para você, assim saberá o que fazer. 

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Investir em curto prazo precisa ser mais conservador 

A melhor opção é fazer investimentos com risco mais baixo e que possa ser resgatado com mais rapidez. Isso é para o caso de você precisar do dinheiro rápido, pois se esse for o caso, você não pode correr muitos riscos e ficar dependente da volatilidade do mercado. 

Existem algumas plataformas digitais que estão disponibilizando fundos de renda fixa simples (DI), que servem como uma “reserva de emergência”. Eles investem apenas em título Tesouro Selic, assim são isentados da taxa de administração. Essas alternativas são seguras, o resgate pode ser feito no mesmo dia e com rentabilidade próximas de 100% do CDI. 

É recomendado ter, pelo menos, uma quantia equivalente a seis vezes as suas despesas mensais em investimentos como esse. Este colchão de liquidez é importante para cobrir despesas de curto prazo e também para poder aproveitar outras oportunidades de investimento que possam surgir no meio do caminho. Por ser uma parcela mais conservadora do portfólio, essa forma de investir também acaba sendo seu caixa remunerado. 

Depois que criar sua reserva para emergência, você poderá aumentar a carteira com ativos de risco 

Já que na economia brasileira os juros estão baixos, diversificar o portfólio com ativos de risco acaba sendo interessante, pois é uma forma de buscar retornos superiores ao CDI. 

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Para quem quer fazer investimentos a médio e longo prazo, as melhores opções são fundos imobiliários, ações e multimercados. Essas categorias exigem mais planejamento e acompanhamento do cenário econômico, isso porque os fundamentos e as teses de investimento não sofrem tantas alterações em um curto período de tempo. 

Para um prazo extremamente longo, os fundos de previdência oferecem muitos benefícios, como: alíquota de IR de apenas 10%, após 10 anos, no regime tributário regressivo; ausência de come-cotas (antecipação de IR), que acontece em outros fundos; e, nos casos de sucessão, não entra em inventário, facilitando a transmissão do patrimônio aos beneficiários, evitando custos e tempo. 

Diversificar e balancear a carteira é necessário, independente do prazo 

A sua carteira de investimento deve sempre estar diversificada com ativos de renda fixa e variável. Além disso, é importante balancear os pesos dos ativos com o cenário do mercado. 

Essa é uma medida que proporciona a você uma reserva de emergência e também a opção de resgate rápido. Assim também é possível ter mais aumento no seu patrimônio com os ativos de risco. 

É ideal que parte dos seus investimentos sejam em ativos para proteger a sua carteira, um exemplo é o dólar. A moeda americana tem uma tendência a se valorizar frente ao real em situações desfavoráveis. Como não podemos saber quando um evento negativo acontecerá, ter seguros inclusos no portfólio permite ao investidor uma chance de conseguir uma posição maior em ativos de risco.

Portanto, lembre-se de sempre diversificar seus investimentos, assim você conseguirá reduzir risco e melhorar a eficiência da sua carteira. 

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